Espaço aberto para os que lá estiveram

 

Thiago - já que foi o primeiro que conheci antes mesmo de nos encontrarmos e gastarmos aquele absurdo no aeroporto em sampa. Foi quase a companhia perfeita, já que era o único que parecia ter o mesmo pique que eu, aproveitou bem cada oportunidade e nos fez rir horrores com seu thiaguês que às vezes tive a impressão que nem ele mesmo entendia. Para quem já não gosta de rir como eu, o Thiago foi O BRASILEIRO solto no México.

 

Mila - Menina quietinha, simpática, calada. Pelo menos nos acompanhou no vinho, o que me surpreendeu. Todas as minhas tentativas de uma conversa mais longa, aprofundada foram frustradas já que ela estava sempre (que inveja) conectada com seu smartphone na mão, trabalhando, trabalhando e trabalhando… Se soltou no duty free em Guarulhos. Largou o celular e segurou o carrinho. Vou tentar conversar mais pelo msn. Acredito que serei mais feliz por aqui.

 

Mary - (kkkkkkkkkkkk) Isso mesmo, Mary, quando pensei em você agora eu ri. Doidinha. Jurava que eu era a única pessoa no mundo que tinha medo de avião a ponto de não levantar na poltrona para nada e ainda fazer cara de pânico, mas a Mary pareceu ter mais medo que eu. O.O

De um bom papo sobre viagens pelo mundo, algo que gosto muito, fomos encontrando pontos em comum, além, é claro, do medo de voar, sempre disposta a experimentar o novo, nossos pontos em comum foram muito positivos e lá pelo ulitmo dia, depois que o vinho fez efeito, ela se soltou totalmente. Acredito que muita gente fez o mesmo nesse último dia.


mexico

 

Beto e Tetê - Vou colocar os dois juntos já que foi quase impossível definir um separado do outro. Pelo menos foi a impressão que tive durante todo o tempo, também como um complementa o outro, algo bem "metade da laranja". Senti uma falta danada dos dois quando passamos o dia na Xcaret, já que eles perderam, além de um delicioso jantar, um espetáculo maravilhoso sobre a história (para turistas) do México. Achei um casal lindo, quero ser assim quando crescer.

 

Laura – Tadinha! Mas vamos ao trabalho. Além de uma simpatia de pessoa e muito paciente, realizou todos os nossos desejos, de uma aventura na selva contra os mosquitos assassinos da ilha de Cozumel a me levar para dançar salsa. Uma simpatia de menina, tipicamente mexicana e atenciosa. Ficou com muita vontade de conhecer o Brasil.

 

Lolita - Menina careta, cada flash era uma careta diferente, sempre conectada e trabalhando, não deixou de aproveitar os momentos nem as bebidas free. Muito descolada e alegre, nunca pensei em encontrar no México alguém que risse mais alto, o que me fez rir loucamente muitas vezes, se largasse o cigarro a gargalhada ficaria muito melhor.

 

André - Deixei por último por ter sido o último a chegar. Meio porra loca, meio tímido, meio perdido, logo no primeiro jantar, ao observar essas características, tive a impressão de estar diante de um maldito ariano, e não estava errada. Difícil de se abrir, porém com a típica simpatia mexicana conseguiu até me ajudar no Inglês e tirar as dúvidas do Espanhol. Me socorreu quando empolgada, quando comi uma pimenta mexicana que me deixou surda e tive um lapso de riso (pra variar).

 

Essa foi a trupe que esteve comigo durante 4 dias maravilhosos na Riveira Maya (cancún – Cozumel). Como costumo dizer, odeio esse mundo por ser tão grande e as pessoas que conhecemos estarem sempre tão longe de nós. Como seria bom se fosse tudo pertinho, ou mesmo tudo baratinho.

 

Mas enfim… Como dizem os mexicanos: "Muy Rica" a experiência, muito boas as companhias.

 

E não perdendo o embalo das frases da minha vida, como sempre diz um grande amigo: "Você atrae louco". A cada dia que passa mais creio disso.  Amo os loucos que atraio.

 

Até a próxima!

Related Posts with Thumbnails Bookmark e Compartilhe