
Isso era tudo que eu queria fazer, escrever, sei lá, um assunto que me assusta infelizmente. Filhos para mim é sinônimo de envelhecer, amadurecer, deixar de viver e deixar nosso planeta digamos que mais lotado… então meninas por favor PAREM DE PARIR! Acho um absurdo uma menina de 17 anos ter um filho pra segurar namorado, na ilusão que o cara vai assumir não só a criança, mas ela também… para mim isso é uma mulher preguiçosa que não busca e não quer nada da vida.
Depois ficam se lamentando, porque se sentem feias, rejeitadas, mal amadas e haja Calypso nos meus ouvidos para aguentar a dor de cotovelo desse tipo de pessoa, sim … porque aqui na vizinhança é uma ruideira só!
Então se você tem menos de 40 anos… pelamordeus não caia na besteira de ter filhos, vá aproveitar sua juventude, ler, criar um blog, ganhar dinheiro, viajar…você ainda está jovem para filhos, só não veja novela, esse é o meio fácil de você querer parir, então desligue a TV e vá fazer as unhas. Antes leia as razões…
1 – O parto é uma tortura; 2 – Não se tem vontade de fazer sexo tendo em volta o alvoroço de pirralhas brigando; 3 – Crianças custam caro; 4 – Você vai passar noites acordada e não será na balada e sim ouvindo choro; 5 – O filho é a despedida dos seus sonhos de juventude; 6 – Ser mãe ou ter sucesso: é preciso escolher; 7 – Quando o filho aparece, o pai desaparece; 8 – Você não tem tempo para os amigos; 9 – Sua pele fica feia com estrias, celulites e gordura localizada pra sempre; 10 – Tem crianças demais na Terra.
Adotem uma criança, ou um cão ou melhor um gatinho \o/ e pense em filhos depois que estiver com a vida feita, muito dinheiro e quando descobrir que deveria ter um filho, mas a idade já não permite. (peguei pesado) filho na hora certa e só se tiver que ser!
>>Post feito depois de ler sobre o assunto no blog da Andréia Santana que por sinal tem várias coisas em comum comigo além do nome, ela também não pensa em filhos \o/









fevereiro 9th, 2009 at 10:56
Pense com seu coração e sua alma e com certeza muita coisa boa vai fluir, Grande beijo e muito sucesso em sua decisão.
fevereiro 12th, 2009 at 10:05
Beijos e boa sorte à todos!
março 1st, 2009 at 11:09
TOTALMENTE APOIADA! =P
março 9th, 2009 at 8:50
ps: desculpem-me por nao acentuar!
março 24th, 2009 at 7:09
abril 3rd, 2009 at 4:16
abril 15th, 2009 at 10:15
É igual a China, imagina todo países igual a China hehe nem teria mais espaço na terra, concordo com você brother, abraços.
abril 27th, 2009 at 12:59
abril 27th, 2009 at 12:23
Aos ofendidos, minhas desculpas.
maio 4th, 2009 at 12:50
Antes de tudo: Ângela, querida, por que tanta raiva das mulheres “procriadoras”? Inveja?
Marcinha:
Tive um filho na época em que estava trocando de método anticoncepcional. Parece coisa de adolescente, mas ele foi acidente. Só que aconteceu aos 32. Eu não pretendia ter filhos, mas acabou sendo a melhor coisa que me aconteceu (agora estou com 33).
Olha, ter filho não é fácil mesmo: a gravidez é linda (até hoje sinto saudades daquelas 38 semanas e 1/2), mas há desconfortos, claro.
AGORA, COM DESCONFORTOS OU NÃO, É LINDA MESMO, ENTENDE? NÃO É SÓ PROPAGANDA, NÃO!! É LINDA. Lembro que era um sentimento de plenitude quase constante, nem sei te explicar. Às vezes eu chorava de emoção, do nada, rss. Achava simplesmente maravilhoso sentir meu bebê lá dentro de mim. Achava tudo miraculoso, lindo. Olhava as pessoas com uma compaixão inexplicável, era engraçado. Pensava: “e se fosse mãe desse(a) aí?”. Sinto saudades daquelas sensações todas, do meu filho crescendo e chutando.
O parto, pelo menos para mim, não foi essa dor sobrenatural. Acho que há muito exagero aí. Muitas mulheres exageram, sinceramente. As contrações antes de parir são de lascar, é verdade, mas você aguenta se estiver disposta, se aprendeu a respirar, etc. Se não estiver, existe anestesia (pelo menos para aquelas contrações mais bravas, no final). Fora a cesárea, que muitas mulheres fazem por opção, por medo da dor (eu sou a favor apenas em emergências, mas cada um é cada um).
Eu fiz questão de ter parto normal e foi tranquilíssimo. Me senti poderosa, com dor e tudo. Resolvi encarar e pronto. Foi rápido e acho que aquele momento vai ser sempre a lembrança mais forte da minha vida: ver o rosto do meu filho assim que nasceu, chorando e trêmulo, vivo e forte, depois se acalmando nos meus braços. Aquele momento foi poderoso – acho que vai ser meu último pensamento antes da minha morte.
Quanto à maternidade em si: olha, no início não é fácil, não vou mentir! Você não dorme, seu bebê precisa de você o tempo todo, os seios dóem. Em resumo: você tem de abrir mão de você mesma e eu lembro de ter chorado de cansaço em algumas noites (por várias circunstâncias, passei o pós-parto sozinha… acho que é menos trash com a ajuda constante de alguém, eu só tive esporádica).
Enfim: passei semanas e semanas sem dormir direito (meu bebê acordava de 3-3 horas pra mamar), sem assistir a um filme ou ler um livro. Foi barra, porque sempre gostei de cinema, literatura, etc., e o cansaço era de lascar.
Mas com o tempo foi melhorando (qdo ele começou a dormir mais).
Aí eu dormia sempre que ele dormia e comecei a voltar ao normal.
Mas havia aqueles momentos mágicos de madrugada, quando amamentava meu babes… às vezes ele, quase dormindo, abria os olhos só para ver que eu estava lá, depois os fechava, apertava meu dedo na mãozinha, sorria e voltava a dormir. Acredite, é um amor louco que desaba em vc, e esses momentos param o tempo…
Mas isso se vc decide que tem a maternidade em vc. Isso se vc pensa: “pus no mundo, vou me dedicar e fazer o que eu posso pra você se tornar um ser humano feliz e decente”. O amor de mãe é tão importante. Sinceramente, agora que sou mãe é que entendo que a maioria de nós passa a vida ou se beneficiando do amor que recebeu dos pais ou tentando vencer o desamor na infância.
Porque, infelizmente, há mulheres que NÃO DEVERIAM ser mães e são. Prefiro as que não devem e não querem e não são mães. São honestas e dou total apoio, até porque uma mulher pode se realizar com outras coisas que não a matermidade.
Quanto a mim, meu filho foi inesperado, então me vi forçada a pensar sobre tudo isso e descobrir rapidinho qual era a minha. Ainda bem, eu me descobri sendo uma mãe porreta. NÃO USO MEU FILHO COMO DESCULPA PRA NADA: corro com ele, viajo com ele, vou ao shopping com ele. Já amarrei ele nas costas e fiz trilha.
É fácil? Não. Há o cansaço e a falta de tempo. Há o preconceito (especialmente em relação a mães solteiras).
By the way: DETESTO CALYPSO. Há mulheres que caem em depressão por causa da maternidade? Há. Juro pra você, você não sabe o que é cansaço, stress, até ser mãe de um recém-nascido.
Mas olha, eu RESOLVI não cair nessa armadilha da depressao (e olha que tinha histórico pra cair e deixar meu filho ‘na mão dos outros’). Mas fiquei forte, sabe? Resolvi abrir mão do niilismo e da autodestruição: meu filho merece uma mãe amorosa, que se gosta e permanece alguém interessante.
Meu CORPO mudou? Um pouco, mas não tanto quanto eu esperava. Minha barriga voltou ao normal, por exemplo. Minhas coxas é que deram uma bela aumentada. MAS E DAÍ? EU TENHO DE TER UM CORPO PERFEITO E MAGÉRRIMO? TODAS NÓS TEMOS, MÃES OU NÃO? Acho isso ridículo. Temos de nos cuidar, claro. Mas é ridículo passarmos a vida querendo ser Barbie. Depois de uma certa idade, fica inclusive ridículo.
Em suma, Marcinha: A MATERNIDADE ME TIROU ALGUMAS COISAS, SIM, como tempo pra preguiçar e um bocado de tempo pra mim. Não vou menir, às vezes sinto falta. Mas, olha, nada que chegue perto do sorriso do meu bebê, da gargalhada, da vontade dele de vir pro meu cólo quando está com outros.
E com o tempo, acredite, vai ficando mais fácil… No início seu bebê precisa de vc o tempo todo e – olha – você tem de SE DOAR mesmo, não tem conversa. E isso de se doar, neste mundo cão, é meio demodé, né? Mas enfim, eu não tenho medo de me doar, porque quero que meu filho cresça se sentindo amado. A falta de amor (e de disciplina depois) podem quebrar uma pessoa.
Mas, com o tempo, dá pra ir conciliando as coisas, a gente vai se adequando, descobre que tem talento pra malabarista. VOCÊ NÃO PRECISA ABRIR MÃO DOS LIVROS OU DA CARREIRA. CLARO, VOCÊ PODE PERDER UM POUCO NESSAS ÁREAS, mas não é o fim… HÁ VIDA APÓS A MATERNIDADE. Ainda ouço meus rocks, por exemplo, enquanto corro ou faço as papinhas do meu babes.
Agora, as compensações: MEU BEBÊ ME FEZ VER COMO EU SOU FORTE. Sabe o que é passar horas à noite com seu bebê chorando sem razão aparente e no outro dia acordar cedo e ir pra batalha? Pois, é. Eu pensei que fosse quebrar, mas não quebrei. Enfim, MEUS COLEGAS DE TRABALHO TÊM TODO O TEMPO DO MUNDO, MAS EU APRENDI A VALORIZAR O POUCO TEMPO QUE TENHO.
Meu bebê me exige muito, mas me dá muito em troca: FORÇA, CORAGEM, VONTADE DE LUTAR, POR MIM E POR ELE. ALÉM DE UM AMOR IMENSO, O MAIOR QUE JÁ SENTI POR ALGUÉM.
E O AMOR INCONDICIONAL DELE POR MIM? Sabe, o amor mais verdadeir, mais incondicional, é o dos nossos filhos por nós. No duro.
(mas vamos ver se isso resiste à adolescência, rss).
Mas, olha, eu resolvi que seria assim. Como disse, a maternidade não é fácil: exige muito da mulher (altruísmo, amor, tempo, etc). Mas vc escolhe fazer da maternidade um fardo ou uma das coisas mais enriquecedoras que já te aconteceram.
eu escolhi o segundo.
Mas, para finalizar (já perdi tempo pra caramba), já que o post original apelou tanto com as mães, vou apelar também: PREFIRO A MATERNIDADE A ESSA ADOLESCÊNCIA SEM FIM, “SEX-IN-THE-CITY”, EM QUE MUITAS MULHERES COM MAIS DE 30 ANOS SE METERAM.
Claro, não são todas e a essas todo o meu respeito. Tenho amigas solteiras, sem filhos, bem resolvidas, e que não passam o tempo livre lendo/vendo bobagem e pensando como vão achar o ‘macho perfeito’.
Mas há outras que abrem a boca pra falar do que nem sabem, sem demonstrar o menor respeito. ESSAS SÃO AS QUE TE CRITICAM DEPOIS QUE VC VOLTA DA LICENÇA-MATERNIDADE. Enfim, queridinhas: fuck offffff!!
Quanto ao argumento da quantidade de crianças no planeta: O PLANETA ESTÁ ACABANDO NÃO É POR CULPA DAS CRIANÇAS, CARAMBA! NA VERDADE, MEU FILHO, NO FUTURO, TERÁ DE SUSTENTAR UM MONTE DE HOMENS/MULHERES QUE NÃO TIVERAM FILHOS – OS VELHOS LOGO SERÃO MAIORIA, A PREVIDÊNCIA, POR EXEMPLO, ESTÁ FADADA À FALÊNCIA.
O problema é o homem usar a natureza como se não houvesse amanhã. Um mundo populoso com gente consciente e EMPRESAS conscientes seria a resposta pro problema ambiental – E NÃO O FIM DA PROCRIAÇÃO PURA E SIMPLESMENTE. É, no mínimo, ingênuo postular uma merda dessas…
maio 6th, 2009 at 5:35
maio 17th, 2009 at 12:21
maio 17th, 2009 at 12:33
maio 23rd, 2009 at 5:44
maio 26th, 2009 at 2:28
Acho engraçado quando as pessoas contestam isso e sempre com os mesmos argumentos…realização da mulher, nã ficar sozinho na velhice, etc.
MAs gente, eu respeito que quer ter mil filhos e acha que eles SÃO A MELHOR COISA QUE ACONTECEU EM SUAS VIDAS, mas nesses anos como professora o que mais vejo são pais omissos que tentam justificar suas falhas como pais, protegendo os filhos que por sua vez crescem sem limites.
Quando penso em minha vida daqui a 20 anos, penso nas viagens que fiz, na minha carreira, nos meus estudos. Eu não sou o tipo que se dedica a alguém muitas horas por dia, por isso crio um gato, ponho água comida e ele se vira sozinho. Ele ronrona quando eu chego, eu faço um carinho, nós dormimos na mesma cama um se encostando no outro e tá beleza.
No fundo acho que essa coisa de maternidade é fruto de uma sociedade em que os papeis são definidos por causa dos padrões. A mulher é e sempre foi vista com a função de procriar para realização. Eu não me realizo com filhos, me realizo com conquistas pessoais, não sou altruísta a esse ponto, no mais, existem muitos idosos abandonados…ou seja, filho não é segurança pra ninguém.
maio 27th, 2009 at 10:41
junho 3rd, 2009 at 10:30
junho 10th, 2009 at 3:52
http://revistaepoca.globo.com/Epoca/0,6993,EPT357630-1666,00.html
ÉPOCA – Não é muito egoísta a decisão de não ter filhos?
Steinberg – É. Mas as pessoas têm filhos por razões bastante egoístas: por prazer, para cuidar delas na velhice, para ter alguém para amar e amá-las de volta, para viver coisas que não puderam viver quando eram crianças, para exercer poder sobre alguém, dar continuidade ao nome da família. O que é mais egoísta que fazer um minieu? É vaidade.
junho 20th, 2009 at 2:27
junho 20th, 2009 at 2:30
junho 20th, 2009 at 2:48
junho 22nd, 2009 at 1:08
_______________________________
onde eu assino?
concordo….com tudo q ela escreveu…filho tem q ser uma opção e não uma obrigação q a sociedade impoe…
julho 26th, 2009 at 2:59
É uma decisão realmente difícil pois existe um prazo, pois por mais que a medicina tenha avançado, ainda corremos riscos em uma gravidez a partir dos 40 anos, o filho pode não ser tão saudável.
Quando as pessoas falam em ter filhos, que é isso aí, tem que ter mesmo, quem pensa em não ter é desumano, quer ter um companheiro na velhice (ilusão pura, pois filho é para o mundo, ele sairá de dentro de sua casa, você não saiu da casa de sua mãe e de seu pai e fala com eles por telefone talvez 3 a 4 vezes por senama e no final do dia exausto???, pois é, isso vai acontecer com vc também), quem neste post durante a adolescência não disse que o pai e a mãe era um saco, caretas, disseram que íam sair de casa porque não aguentavam mais eles, pois é, vai acontecer com todos que tem filhos, por mais amor que se dê, outra, as pessoas só imaginam ter filhos completamente saudáveis, jogando bola, correndo com os cabelinhos soltos ao vento, ensinar o filho a andar de bicicleta, já pararam para pensar que o filho pode também não andar, não falar, …é isso acontece e eu tenho um caso na família, é uma frustração não ver aquela menina linda de 4 anos andando, correndo e falando. Será que o filho que seria o REDENTOR na velhice de alguns será um FARDO???? Será que amará esse filho, ou o lamentará para o resto da vida, dizendo que DEUS não foi justo com você que é uma pessoa tão boa???? é para pensar!!!!
Devido a isso meu marido morre de medo de ter filhos, por ele nós não teremos, mas na realidade não quero chegar em um ponto da minha vida e culpá-lo por não ter tido. Quero tomar minha decisão consciente e se optar por tê-lo que Deus me ajude a ser CAPAZ EM QUALQUER CIRCUNSTÂNCIA.
Acho que já escrevi demais e continuarei pensando, ainda tenho uns 3 anos para me decidir…
Acho que antes de criticarem a andréa devemos ler mais sobre o que acontece MUNDO-AFORA…RSRSRS literalmente, pois a Europa está envelhecendo, e sabem porque??? Adivinhem??? eles já chegaram a essas conclusões que ainda geram polêmica por aqui. As mulheres européias e casais europeus, já chegaram as suas conclusões, enquanto nós apenas assistimos nossos jovens cada vez mais analfabetos, sem perspectivas e fazendo filhos.
ANDREIA, PARABÉNS PELO TÓPICO. É PRECISO FAZER AS PESSOAS PENSAREM E TOMAREM DECISÕES CONSCIÊNTES.
GRANDE BEIJO
PS.: ENCONTREI SEU BLOG NO GOOGLE, PESQUISANDO NO ASSUNTO EM TER OU NÃO TER FILHOS…RSRSRS AFINAL COMO EU DISSE ESTOU PENSANDO EXAUSTIVAMENTE NO ASSUNTO.
setembro 25th, 2009 at 11:29
Olá
Me chamo marcia
Sou enfermeira em um Hospital de SP e vi que muitas precisam de medicação para realizar o ABORTO!
Desde já , esclareço que nenhuma de você’s conseguirão realizar um aborto seguro somente com citotec .
estou aqui no intuito de poder ajudalas uma a uma , e tirar toda espécie de duvidas que sondam a mente de todas . Eu trabalho com as medições seguintes :
RU-486 + m9soprostol (citotec )
Mifepristone + misotprostol ( citotec ).
Quem quiser tirar duvidas ou adquirir a medicação entre em contato no e-mail ou me adicione no MSN enfermeira-marcia@hotmail.com
outubro 5th, 2009 at 1:06
outubro 5th, 2009 at 1:14
novembro 9th, 2009 at 8:01
novembro 25th, 2009 at 5:03
novembro 29th, 2009 at 9:32
novembro 30th, 2009 at 1:49
Não desejo ter filhos, aliás desejo MUITO não ter; estou noivo de alguém que gosta de crianças mas cuja carreira seria atrapalhada neste momento. Lá na frente ela vai querer ter, eu acho, e termos um bebê ou não vai ser resultado de MUITA conversa, e vai depender do nível de frustração que eu sentir que ela teria se não for mãe – ela terá se casado comigo e não com um touro reprodutor, terá sido o MEU valor que ela terá escolhido. Nós nos amamos muito, inegavelmente, e não acho que seria capaz de impor tamanha frustração a ela. Infelizmente não há meio-termo. Um dos dois terá de abrir mão. Pelo que conheço dela, acho que ela gostaria, mas não faz questão absoluta; eu, por outro lado, sou idolatrado por todas as crianças da família, tido como excelente pai em potencial, mas a minha paciência com crianças é limitada. Se vier a ter filho (um só, a população precisa diminuir e isso só é possível com menos de dois filhos por casal. Eu preferia ajudar a despovoar o mundo não tendo nenhum e fazendo a minha parte em dobro. Ainda teria menos trabalho), estou à altura da tarefa, tenho certeza. Mas estou satisfeito com um cachorro, que diz “eu te amo papai” do mesmo jeito, mesmo sem saber falar. Resta saber se ela está.
Agora, aos comentaristas religiosos: respeito a fé de vocês e seu direito a tê-la, mas não misturem as coisas. Não metam a p… de deus no meio – ele nem existe, muito menos tem a ver com isso – minha noiva tem mais poder de decisão sobre o assunto do que ele. A bíblia é, junto com o alcorão, o torá e harry potter, a maior baboseira mentirosa já escrita. O “crescei-vos e multiplicai-vos” só fez f… com o mundo. Sei de meia dúzia que acham que o mundo é posse dos humanos, dado a eles por deus. E sei também que tem muitos seres que estão na Mãe Terra há muito mais tempo que nós.
dezembro 1st, 2009 at 7:29
dezembro 3rd, 2009 at 10:01
dezembro 4th, 2009 at 7:39
A Marcinha pediu “…Por fim, gostaria de ler algo positivo de alguém que tem filhos sobre o fato de tê-los que não seja, obviamente para fazer companhia na velhice pq sabemos que cada um tem sua vida; o filho do meu marido, por exemplo, estuda no exterior e vem ao Brasil apenas no Natal.
Preciso de alguém que seja muito sincero(a)!!” A Deise comentou, mas ela ainda está com um bebê… muitas águas vão rolar. Queria a opinião de quem já tem filho adulto. Muitos criticam aqueles que não querem ter filhos, mas na hora de colocar na balança os pontos positivos e negativos… Pais cadê vcs???
dezembro 11th, 2009 at 8:24
dezembro 21st, 2009 at 7:31
Somente quero ficar na internet com meus negócios, nada mais que isso.
janeiro 9th, 2010 at 7:25
janeiro 10th, 2010 at 3:52
fevereiro 5th, 2010 at 2:12
Sou adpta a não ter filhos. E não vejo sentido nenhuma para tê-los.
Prefiro o meu cachorro, dá menos trabalho e não tira a minha liberdade.
Gostaria de dizer para as pessoas que querem proriar que o façam com responsabilidade, pois tem muitos pais que colocam os filhos no mundo acham lindos e qualquer problema diz : "porque que eu tive filho" com raiva ou não, é um arrependimento muito serio.
Filhos não trazem realização para ninguem, pois eles são do mundo e não um objeto de desejo dos pais.
Agora respeitem quem não quer ter filhos … não fiquem por ai vomitando besteira e ofedendo as pessoas.
Com filho ou sem o mais importante é ser feliz…. vc é plenamente feliz com o seu filho? então Boa sorte…
fevereiro 5th, 2010 at 10:14
Temos que explicar pra Família, pros vizinhos, pros amigos, pro cachorro, pro papagaio… etc… etc…
Porque não queremos filhos???
E eles ainda dizem: ha é pq vc não gosta de crianças!
Orah… Não queremos filhos por opção, porque temos o bom senso…
No meu caso, nunca me achei preparada p/ ter um filho, principalmente financeiramente…
Amo meus sobrinhos, saio com eles, cuido deles quando precisa… Mas NÃO quero ter!!!!
Então tenho que ter só por ser mulher, pq casei, pq Deus disse: Crescei e multiplicai?
É muito chato vc não puder agradar a todos, mas é muito gostoso ser sensato.
Tenho 44 anos Nunca me arrependi de não os ter tido…
E esse negócio de envelhecer sozinha, ti digo: Minha Vó teve 16 filhos, 60 netos, pra mais de 80 bisnetos,
tataranetos, escanxanetos… E morreu aos 96 anos, SOZINHA!!!
Toda mulher do mundo devia pensar muito bem antes de ter um filho…
Só existe dois ítens basicos… QUERER E PODER…
QUERER, seria a condição psicológica…
PODER, a questão principal… CONDIÇÃO FINANCEIRA!!!
fevereiro 5th, 2010 at 10:30
fevereiro 11th, 2010 at 4:07
maio 6th, 2010 at 10:50
Tenho 25 anos e não tenho nenhum instinto maternal e pelo contrario do que muitas pessoas dizem eu sou: Bonita,magrinha e muito bem resolvida profissionalmente qnt pessoalmente!
Então estou dizendo que as mulheres que não se curvam as tradiçôes (casar e ter filhos) não quer dizer que são: feias e mal amadas !
Fica a dica
maio 20th, 2010 at 10:47
O certo é que TODO MUNDO envelhece e não só as mães…Todo mundo vai adoecer um dia, morrer e apoderecer debaixo da terra, não se iludam pensando que só porque hoje tem 25 anos é magrinha, vai continuar assim nos próximo 25!! qunata idiotice … e nós temos que pagar estudo, faculdade para formar os filhos médicos geriatras para cuidar dessa velharada que vai ter no futuro, sozinha e abandonada, azeda até o último fio de cabelo, não por não ter tido filho e sim pelos valores deturpados… senão quem vai cuidar dessa otárias?
Porque homem não quer saber de velha, seca e pelancuda e TODAS que tiverem o privilégio de envelhecer ficarão assim, pela ordem natural das coisas por mais que adiem e odeiem..Mas pelo amor de Deus eu imploro a vocês NÂO TENHAM FILHOS MESMO!!!! eles seriam pessoas extremamente infelizes, futuros políticos, bandidos, psicopatas….
junho 19th, 2010 at 4:37
Coitada dessa…
julho 10th, 2010 at 12:32
Li quase tudo que foi escrito (não dá pra ler tudo, é muita coisa), e desde já adianto minha opinião: desde o início da adolescência, decidi que não iria ter filhos. Hoje tenho 31, e sou mto feliz e grata pela minha escolha.
Porém, eu conheço várias mulheres (parentes e amigas) que foram mães, e ficaram felizes com essa situação. E eu fiquei feliz por elas, pois a desgraça delas não será a minha felicidade: não é porque elas pensam diferente de mim que eu vou amaldiçoá-las ou desejar mal a elas, pra poder depois chegar até elas e ter o prazer mórbido em dizer coisas como "Eu te avisei que isso nunca ia dar certo". Mesmo tendo certeza que EU jamais seria feliz no lugar de alguma delas (uma delas abandonou um mestrado e um emprego excelente pra poder cuidar do filho recém-nascido, menos de 1 anos depois o marido arrumou outra e a abandonou, eu jamais queria estar no lugar dela), mesmo assim eu não vou me sentir mais ou menos feliz porque ela desgraçou a vida dela. Ruim pra ela. Mas pra mim não fará diferença alguma. Porquê então me importar a ponto de feri-la verbalmente ou emocionalmente?
Algo que percebo nitidamente é a revolta que certas mamães atuais/futuras mamães tem em relação às mulheres que não querem ter filhos. Como se elas fossem obrigadas a tê-los. E como se essas mamães/futuras mamães tivesse algum direito em julgar uma pessoa por uma escolha que pertence só a ela e a mais ninguém. Como se uma escolha dessas fizesse de uma mulher um ser menos humano ou menos feliz. Infelizmente é com profunda tristeza que eu digo que durante toda a minha vida eu praticamente sempre presenciei essa falta de respeito daquelas que são mães para com aquelas que não querem ser mães. Como se a desgraça das que não são mães fossem alimento de felicidade para aquelas que são mães. A única coisa que precisávamos ter era respeito mútuo, mas a própria sociedade nos impede disso. Pois quem é mãe jamais tem que dar explicações do porquê dessa decisão dela. Agora quem não deseja ser mãe é quase obrigada a dar explicações efêmeras do porquê que ela não quer ser mãe. Como se - com todo respeito – ela devesse satisfações a alguém sobre o que fazer ou o que não fazer da vida dela. Acho isso injusto, e não entendo o objetivo por detrás de todo esse ódio por parte de quem não as respeita.
Isso é triste, é repulsivo, é indigno, e infelizmente muita gente faz isso…
E só mais um detalhe: até uma determinada idade (há mtos anos atrás), minha decisão ainda não era 100% soberana. Existia uma leve ponta de possibilidade que me levasse a talvez um dia eu mudar de idéia. Mas eu decidi por completo a não querer ter filhos. E sabem qual o motivo principal que me levou a isso? Foi após ter comparado a vida das mulheres (nos dias de hoje) que tem filhos e a vida das que não tem filhos. Eu não julguei, eu não critiquei, eu não condenei: eu apenas observei, pra saber o que eu iria decidir da minha vida em definitivo. E após observar por cerca de 5 anos, ficou claro pra mim que as mulheres sem filhos (não todas, mas a maioria) levam uma qualidade de vida (no sentido não só financeiro, mas também de tranquilidade, paz, dedicação-própria, sossego, etc) imensamente superior à das mulheres que tem filhos. Afinal, a maternidade exige que você se doe por completo, pois aquela criança não pediu pra nascer e ela vai precisar do seu carinho, do seu cuidado, do seu dinheiro, da sua energia, do seu tempo, e ela vai precisar independente de você tê-los ou não. Quem é mãe naturalmente é condicionada a se doar nesse aspecto. A criança não tem culpa, e ela precisa dessa sua dedicação. É um sacrificio sobrehumano e a pessoa tem que estar disposta a se doar por completo em prol daquele pequeno ser que depende unicamente de você num mundo totalmente insano. Eu, Mariana, não estou disposta a me doar a tal ponto. Pus na balança todos os pós e todos os contras, bati palmas para todas as mães que corajosamente encaram esse novo estilo de vida, mas decidi: prefiro levar o estilo de vida daquelas mulheres que não tem filhos.
Se eu vou ser menos feliz não tendo filhos? Não sei. Só sei que meu atual estado de felicidade, paz, sossego e tranqulidade não me permite questionar essa hipótese. Se estar como eu estou agora é "ser infeliz", então afirmo a todos que lerem este post: eu quero terminar os dias da minha vida sendo "infeliz" igual eu sou hoje, aqui, agora.
Parabéns a todas as mulheres dispostas a encarar tamanha responsabilidade. Mas eu admito que eu não saberia me doar a tal ponto em detrimento de um outro ser. Por este motivo minha decisão é irreversível: não terei filhos!
Felicidades a todas vocês.
julho 10th, 2010 at 7:02
julho 11th, 2010 at 12:56
A solução? Tape seus ouvidos, e pense que é sua vida que está em jogo, é sua liberdade que está em jogo, e não importa o que te digam: só você é que sabe o que é melhor pra sua vida. Siga seus instintos e releve esses comentários que chegarem até você.
Pessoa ver que a gente leva um estilo de vida diferente do dela (sem filhos), e chegar a se incomodar com isso a ponto de nos xingar, nos dar lição de moral – dentre outros – sei lá viu Ana, pra mim tem uma pitada de despeito por detrás disso tudo. O normal seria a pessoa discordar da nossa decisão e ficar na dela. Aí tudo bem, faz parte. Agora essas pessoas, além de discordarem, ainda se mostram visivelmente revoltadas e indignadas conosco. Vem cá, as nossas escolhas vão alterar a vida delas em alguma coisa? Elas vão ser mais ou menos felizes porque nós não vamos ter filhos? Ah, pára né? Precisa desse alvoroço todo da parte deles não! Porque eles se incomodam tanto com nossas decisões? Vc alguma vez já pensou nisso?…