Diferente do que muitos pensam, as crianças são felizes na China. Esse ensaio maravilho do Fred Miranda mostra o que costumamos ver no dia-a-dia.
Belíssimas fotos e claro crianças lindas.









Lindas né? Já que estamos falando e vendo crianças. Achei um texto muito interessante que fala do sorriso, de rir. Vale a pena ler, segue:
Morrer de rir
A 30 de Janeiro de 1962, os alunos da pequena escola de Kashasha, na Tanzânia, contaram uma piada tão divertida que provocou um ataque de riso coletivo. Depois de alguns minutos, o riso passou das crianças aos companheiros de outras aulas e contagiou-se entre os professores, ao ponto de que, quando terminou o dia, toda a escola estava rindo. As pessoas regressaram às suas casas e contagiaram o riso aos seus amigos e familiares, que por sua vez continuaram a rir sem controlo por todo o lado. Em apenas umas horas, o ataque de riso já se tinha espalhado por dezenas de aldeias e afetava umas centenas de pessoas.
O que parecia ser uma piada inocente converteu-se num dos casos de histeria colectiva mais estudado pelos psicólogos. A “epidemia de riso de Tanganica”, como se denominou o fenómeno, durou entre 6 e 18 meses e agravou-se até causar verdadeiras complicações. O riso incontrolado provocava problemas respiratórios, dor e até perdas de conhecimento entre muitos dos afetados.
Antes de desaparecer por completo, em Junho de 1964, a epidemia estendeu-se por 14 escolas e afetou milhões de pessoas das aldeias ao redor do lago Vitória na Tanzânia e no Uganda. Como medida preventiva, as autoridades (a rir, presumo) fecharam as escolas e puseram as aldeias de quarentena.
Durante meses, os investigadores procuraram algum tipo de gás tóxico ou virus que pudesse ter gerado aquele comportamento, mas nada encontraram. A conclusão a que chegaram é que não tinha sido causado pelo tema da piada mas tratava-se apenas de histéria coletiva.
Hoje prefiro simplificar a causa da epidemia do riso em uma pequena conclusão: As pessoas eram felizes.
E você já sorriu hoje?

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